Uma peça de barro com inscrições está na origem da nova teoria. O Prof. Gershon Galil conseguiu decifrar as inscrições, demonstrando que são uma forma muito primitiva de hebraico, o que em si mesmo constitui uma surpresa uma vez que se pensava que o hebraico escrito só tinha sido desenvolvido mais tarde.
O conteúdo, segundo Galil, “diz respeito a escravos, viúvas e órfãos”, e é típico de textos bíblicos, reflectindo ideias que eram completamente desconhecidas nas culturas circundantes, o que reforça a ideia de que terá sido inspirado pelo texto bíblico.
Até agora defendia-se que a bíblia não podia ter sido escrita antes do século VI a.C. porque só nessa altura é que surgiu o hebraico escrito, mas esta descoberta coloca em dúvida essa teoria.
O académico adianta que a descoberta foi feita numa pequena comunidade, pelo que se existiam escribas nessa zona é natural que a escrita já tivesse suficientemente desenvolvida para lidar com textos complexos como a Bíblia.
Fonte Renascença
A University of Michigan criou o primeiro curso de criação musical em iPhones do planeta. Chamado “Construindo um Conjunto com Celulares”, o curso visa explorar as possibilidades sonoras de instrumentos musicais a partir do uso de iPhones. Os alunos estão aprendendo a projetar, construir e tocar instrumentos com celulares da Apple, e uma apresentação pública da música criada por eles aconteceu em 9 de dezembro de 2009.
O professor é Georg Essl, cientista da computação e música que trabalhou no desenvolvimento tanto de celulares quanto de instrumentos musicais. Essl e seus colegas começaram a usar o microfone como sensor de vento alguns anos atrás, o que permitiu desenvolver aplicativos para o iPhone como o Ocarina, que na prática transforma o celular em um instrumento de sopro antigo, assemelhado à flauta. "O celular é uma plataforma muito boa para explorar novas formas de performance musical", afirmou Essl em comunicado. "Não estamos atrelados à física dos instrumentos tradicionais. Podemos fazer coisas interessantes, estranhas, incomuns. Essa espécie de tecnologia ainda está na infância, mas é uma área quente e crescente de uso do iPhone para expressão artística."
Para isso, os estudantes programam o aparelho para reproduzir como som informações recebidas por um de seus diversos sensores. "A tela sensível a toques, o microfone, o GPS, a bússola, o sensor de comunicação sem fio e o acelerômetro podem ser transformados de maneira que, quando a pessoa passa o dedo pela tela, sopra ar para o aparelho, o inclina ou sacode, por exemplo, diferentes sons sejam produzidos", disse Essl.
Fonte: Site Músca & Mercado
Fernanda Brum fala sobre Helen Berhane
A cantora Fernanda Brum conta o testemunho de Helen Berhane, uma cantora eritréia que ficou presa durante anos dentro de um contêiner num deserto por ter gravado um CD gospel. A jovem teve suas pernas quebradas várias vezes e recebeu a proposta de assinar um papel negando tudo o que dizia em suas canções em troca de sua liberdade. “Era só ela assinar o papel”, disse Fernanda Brum. Mas não foi o que Helen fez.Helen passou anos apanhando dentro do contêiner. E ao tomar conhecimento da situação da jovem, Fernanda Brum sentiu-se profundamente incomodada. “Eu já não dormia mais. Dia e noite eu dizia: a jovem está dentro deste contêiner, porque fez a vontade de Deus”.
Fernanda Brum se diz incomodada quando um jovem pensa que seu ministério se resume a cantar. “Você acha que meu chamado é ser cantora evangélica? Se teu chamado é só esse, desista. Vá fazer música secular”, advertiu. O apelo da cantora é para que sejamos desesperados por almas. “Você precisa respirar salvação. É pra fazer música? Que sejam feitas músicas para salvação. Teatro? Que seja teatro para salvação. É pra pregar a palavra? Então tenhamos desespero por salvação”.
Ao ser indicada ao Troféu Talento, Fernanda Brum recebeu o prêmio de cantora do ano. “Deus falou comigo: você está achando que esse troféu é pra você? Esse troféu é da Helen. Você nunca ficou presa num contêiner. Pode mandar o troféu pra ela”, contou. E a cantora enviou o troféu para a jovem.
Fernanda, desde que conheceu a situação de Helen, passou a viver, dia após dia, a agonia de saber que alguém sofria perseguição pelo simples fato de usar a arte a favor do evangelho. “Eu não tinha paz pra comer minha comida quente no meu prato, porque ela comia no chão. Eu não tinha paz pra usar meu banheiro de granito, porque ela não tinha banheiro. Eu não tinha paz”.
Fernanda contou que, certo dia, estava em casa quando seu marido gritou do segundo andar: “Fernanda, soltaram a Helen!”. “Eu subi as escadas correndo, não podia acreditar. O governo negava a existência dela, dos pastores e das outras 14 crianças, dizendo que se tratavam de fantasmas. Eles eram fantasmas para o inferno. Assustavam o inferno e, por isso, estavam ali”, disse.
Certo dia, Fernanda Brum recebeu um telefonema da Missão Portas Abertas informando que o homem que fugiu com Helen do campo de concentração havia sido morto, decaptado, e sua cabeça colocada na porta da casa de seu pai. Ninguém dava notícias sobre Helen. Fernanda mandou e-mails para o mundo inteiro à procura de informações sobre a jovem, mas não teve nenhuma resposta. Dias depois, a cantora recebeu um e-mail com a foto de Helen segurando o Toféu Talento.
“A sua linguagem missiológica eficaz é a linguagem da unidade, a linguagem do desesperado por salvação, a linguagem de não ter sua vida por preciosa, mas o evangelho por precioso. A sua linguagem correta é a que Deus quiser usar na hora certa, no tempo certo. Não existe uma fórmula, um jargão, existe uma paixão avassaladora, desesperadora, que te consome de dentro pra fora, de forma pra dentro, e que te faz um semelhante a Cristo em todo tempo”, concluiu Fernanda
Fonte: Site Gospel+
No município da Região Metropolitana do Recife, mais de 31% da população segue alguma das denominações dessa religião. A recepção festiva de Vandeílton Souza ou Vando Benção, como é mais conhecido, 39 anos, explica, em parte, porque a Assembleia de Deus, em Abreu e Lima, município da Região Metrolitana a 20 quilômetros do Recife, congrega tantos fiéis. Após uma rápida oração, Vando, o presbítero que costuma pregar nas praças e comunidades, nos apresenta um templo majestoso, com dezenas de mulheres sentadas ou ajoelhadas diante dos bancos. São 11h. Uma quinta-feira. Mas todas rezam ou choram, algumas em voz alta. Mas ninguém parece se incomodar. Elas não se preocupam nem mesmo quando uma senhora entra gritando aleluia entre outras palavras inaudíveis. É sinal de alegria, consideram. A imponência de um lugar que abriga 2,5 mil pessoas sentadas e outras tantas em pé tem razão de ser: em Abreu e Lima, 31,09% da população segue alguma das denominações evangélicas existentes. Na “Capital dos evangélicos” em Pernambuco, os nomes bíblicos tomam conta dos pontos comerciais, assim como as roupas compostas e sociais vestem seus moradores.
Eudes Pereira, 42, é de uma família tradicional de evangélicos do município. A história do clã se confunde com a da própria expansão da religião em Abreu e Lima. Na década de 40, o avô materno dele já era evangélico. Teve cinco filhos, um deles a mãe de Eudes, que teve mais nove filhos e 13 netos. Hoje, apenas um desses filhos e um neto não seguem a religião, mas até as cunhadas e cunhados são evangélicos. “Naquela época meu avô trabalhava na Fábrica de Tecidos Paulista, da família Lundgren. Como eram poderosos e católicos, não permitiam os cultos no município. Daí as pessoas começaram a ir para Abreu e Lima, que é vizinho a Paulista”, explica.
A tese é confirmada pelo bispo e cientista político Robinson Cavalcanti. Segundo ele, os Lundgren eram protestantes na Europa e ao chegarem ao Brasil tomaram conhecimento de que a Igreja Católica Romana era a religião das elites. “Por isso se converteram ao catolicismo e construíram um templo de arquitetura luterana, em Paulista, onde reinavam com sua indústria de fiação e tecelagem e praticamente proibiam templos protestantes em seu território”, destaca.
Outra explicação de Cavalcanti para o crescimento da fé evangélica em Abreu e Lima é o fato do deputado Torres Galvão, que também era líder do Sindicato de Fiação e Tecelagem e membro da Assembléia de Deus, ter sido governador interino de Pernambuco entre a morte de Agamenom Magalhães e a eleição de Etelvino Lins.
Respeito mútuo - Os seguidores das várias doutrinas evangélicas encontradas em Abreu e Lima convivem pacificamente, apesar de algumas serem consideradas mais flexíveis e menos conservadoras que outras. A prova disso é que bairros pobres e conhecidos pela violência, como o do Fosfato, abrigam diversos templos de denominações diferentes. Em comum, todos têm uma forte crença em Deus e na resolução dos próprios problemas. “A pregação dos evangélicos vai diretamente ao indivíduo, pois diz: ‘você pecador, está salvo’. Esse contato pessoal a IgrejaCatólica perdeu no Brasil e no mundo e isso explica a expansão dos evangélicos”, explica Biu Vicente, professor doutor do Departamento de História da Universidade Federal de Pernambuco.
Fonte: Diário de Pernambuco/ Gospel+
Tocante e emocionante. Essas palavras definem bom o culto em que foi gravado o novo CD de Eyshila, oitavo pela MK Music. O evento aconteceu na última quarta-feira (23) na Assembleia de Deus da Penha, Rio de Janeiro (RJ). A programação soou como um culto de ação de graças. Eyshila estava segura e tranquila, cantando com força, vigor, beleza e, principalmente unção. O álbum se chamará Nada Pode Calar Um Adorador.
O título representa a vitória de Eyshila, que ficou praticamente um ano sem cantar após uma cirurgia nas cordas vocais. A prova vivida por ela foi longa, mas não foi suficiente para desanima-la. Pelo contrário: Fortaleceu ainda mais a sua fé e a certeza do poder de Deus em sua vida. O CD tem 12 canções, oito composições de Eyshila e quatro de Anderson Freire.
"Todas são lindas", afirmou Liz Lanne às lágrimas, após homenagear a irmã Eyshila durante o culto com flores entregues em nome da MK, familiares, amigos, intercessores. Durante a gravação, coordenada pelo produtor do disco, Emerson Pinheiro, Eyshila contou seu testemunho, chorou, agradeceu, vibrou com todos que lotavam a igreja. Foi um tempo marcante! Ela ministrou a cada canção, deixando uma palavra de fé e de vida em Jesus. Só ouvindo o CD para entender. Em breve você, que não estava lá, poderá sentir.
Fonte: MK Music
Senador Cristovam Buarque é o autor deste projeto
Projeto de lei que concede isenção fiscal a instrumentos musicais importados foi aprovado, nesta terça-feira (18) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). A proposta, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), ainda será examinada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa.
Pela proposta (PLS 345/06), os instrumentos importados serão beneficiados com a isenção do Imposto de Importação, bem como das contribuições aos programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e Financiamento da Seguridade Social (Cofins).
De acordo com o autor, músicos, bandas e orquestras enfrentam dificuldades para adquirirem ou renovarem seus instrumentos musicais em razão da alta incidência de impostos e contribuições. Cristovam Buarque informou, na justificação do projeto, que a carga tributária para os instrumentos fabricados no Brasil aumenta o preço final dos instrumentos em 45%. Já o preço final dos instrumentos importados, destacou, recebe ainda o impacto do Imposto de Importação (entre 10 e 18%), do PIS/Pasep - importação (1,65%) e do Cofins-importação (7,6%).
O senador Cícero Lucena (PSDB-PB) disse estar preocupado com eventual prejuízo à indústria nacional e pediu que os senadores da CAE fiquem atentos a isso. O relator do projeto na CE, senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu que as indústrias nacionais de instrumentos musicais recebam também o benefício. Já o presidente da CE, senador Flávio Arns (PT-PR), sugeriu que, na hipótese de haver equivalente no Brasil, a importação não deverá ser permitida.